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Custo de vida

Existem muitas pessoas que prestam atenção somente ao salário, quando resolvem prestar um concurso público. Muitas vezes, as pessoas esquecem de dar atenção a outros aspectos, como o custo de vida da cidade onde elas irão trabalhar.

Uma cidade como Brasília, que tem um custo de vida muito alto, pode fazer com que um salário considerado alto em outras cidades seja, na verdade, bem baixo. Ainda mais se a pessoa estiver trazendo a família inteira.

Existem meios de fazer o salário render, é claro. Economizar na escolha do local para morar é o principal. Morar no Plano, praticamente ao lado do local de trabalho, tem seu preço, normalmente bem salgado.

Existem alternativas fora do Plano que fazem com que o salário renda um pouco mais.

Antes de se aventurar em um concurso com salário, aparentemente, atrativo, verifique como funciona a vida na cidade, o quanto se paga de aluguel, se os produtos são mais caros, e, até mesmo, a gasolina, que costuma ter um preço bem mais alto por aqui.

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56 Responses for “Custo de vida”

  1. Denise says:

    Olaaa! Pode me dizer onde vc fez o curso para a prova de Ofchan?! Gostaria muito de começar a estudar para ontem! rs Obrigada

  2. claudia says:

    Oi.
    Fiz o cursinho da Vestcon em Brasília. Mas na época já havia o edital e já sabíamos qual seria a banca. Acho que vc pode estudar as matérias que sempre caem.
    Boa sorte!

  3. Denise says:

    Eu sou de Brasilia mesmo fiz para o Mtur na Vestcon tbm. Gostei muito mais nao passei…. Enfim queria tentar Ofchan mas nao acho onde estudar ingles… Alguma dica?

  4. Fernando says:

    Um bom curso de ingles pra quem já tem um conhecimento mais avaçado é o da Sarah Walker aqui em Brasilia.

  5. Angela says:

    Parabéns pelo site Claudia! Trabalhei em Brasília (no MRE) por 10 meses como consultora e, depois de muito protelar, decidi tentar o concurso para Ofchan. Seu blog é ótimo e de grande ajuda, com certeza passarei por aqui mais vezes. Com relação a Brasília, devo dizer que realmente para quem chega de fora, sem família ou conhecidos na cidade é complicadíssimo achar um lugar para morar. Eu vivi em apart hotel, pois meu contrato era de curta duração. Deixo somente uma sugestão para aqueles que nunca foram a cidade: TENHAM CARRO E SAIBAM DIRIGIR. Aliás, seria um bom tópica para explicar um pouco sobre Brasília, não acha? Grande abraço e boa sorte! 😀

  6. Mayra says:

    Essa dica de saber dirigir foi bom saber.
    nunca tive interesse, mas se as circunstancias mudam…

  7. André says:

    Parabéns pelo site, bem simpático.
    Esse tópico foi muito bem levantado por você, já que é uma preocupação secundária, mas que pode derrotar o orçamento doméstico. Mas fiquei com uma dúvida, pois não conheço bem a cidade de Brasília. Qual seria sua dica de alternativa de moradia fora do plano piloto

  8. claudia says:

    Obrigada, André.

    Acho que a melhor opção, fora do Plano, fica sendo Águas Claras. Mas tem o Guará, o início do Lago Norte, Taguatinga.

    Boa sorte!

  9. Leonardo says:

    Qual a remuneração inicial, acrescida das eventuais vantagens, de um oficial de chancelaria?

  10. Edy says:

    Realmente é de extrema importância prestar atenção no tocante ao custo de vida em Brasilia e o salário de Ofchan.
    Os salários do MRE somente valem um pouco a pena quando o funcionário está no exterior. E também depende muito do lugar. Tem gente que entra e já logo quer ir para postos tipo A ou B, ou seja, EUA, Europa…
    A coisa não é bem assim… Morar em Brasilia não é fácil. Se for no plano piloto e ainda pagar aluguel, Somente para quem é solteiro ou se o casal trabalha. Tudo é caro, tudo é longe. Se vc for para as satélites, tem que acordar se madrugada enfrentar um transito complicado… Se depender de ônibus (é até possivel), mas tudo é longe. E um salário de 5000 e pouco inicial é besteira, para pagar aluguel, despesas domésticas, escola dos filhos, gasolina.
    Não é de se desanimar, mas é preciso ter consciência. E outra coisa importante… Lá dentro, para se conseguir um posto legal, no diz respeito a local, e os ganhos, o que funciona é politica…
    Na América do sul há postos bons, mas são extremamente disputados, onde vc pensa que pelo fato do local, ser ruim, o pessoal não quer, aí que se enganam.
    Bem, vou parar de falar…
    É bom por no papel, fazer as contas pra saber se vale a pena…
    Boa sorte e um abraço a todos….

  11. Priscila says:

    Edy, achei interessante a sua análise sobre Brasília e como funciona o MRE. Acredito que você e a Claudia possam me tirar uma dúvida então: além dos postos no exterior existem os Escritórios de Representação nas grandes capitais, eles são tão disputados quanto os postos A e B do exterior? Qual o tempo mínimo de lotação nestes locais?
    Desde já agradeço as informações do site, tem sido de grande valia.

  12. claudia says:

    Eles são mais disputados do que os postos no exterior. No exterior, você só pode ficar por, no máximo, 12 anos, já nos escritórios regionais não existe esse limite. Então tem gente que já está neles há muitos anos e não pretende sair. Fazer o concurso apostando em uma possível remoção pra um escritório regional é meio temerário.

    É possível conseguir, claro, mas é bem difícil.

  13. Priscila says:

    Muito obrigada pelo esclarecimento, Claudia!
    Meu maior problema é o tempo de permanência em Brasília, entre uma remoção e outra, minha filha tem problemas respiratórios e já passou um tempo na cidade e foi bem complicado pra ela. Preciso levar isso bem em conta na hora de fazer o concurso, não que a minha aprovação seja garantia, muito pelo contrário rsrs, mas tenho que pensar nisso no futuro.

  14. claudia says:

    É preciso levar muita coisa em consideração, ainda mais em um concurso como esse. Quem tem filhos tem mesmo que ver se é viável ser removida pro exterior, lembrando que ninguém é obrigado a ir, mas é preciso tempo no exterior pra subir na carreira. E também é preciso ver se é possível se mudar pra Brasília. Muita gente, mesmo não indo pro exterior, pode não querer vir pra cá.

  15. Nando-Esposito says:

    Claudia, bom dia. Entendendo que a possibilidade do concurso em 2012 seja nula, é provavel que ele fique mesmo para 2013. Procuro alguma notícia com essa possibilidade e mesmo pra 2013, não achei nada, mesmo vagamente, por ora. Tens alguma novidade? Sabe se no orçamento de 2013 há previsão de recursos para a contratação ?? Na vigência da nova lei das mais de 800 vagas, e ainda dentro da validade do concurso, supo~e que existe a real possibilidade de contratação pra 2013? Se, sim acha que será no começo ou no fim de 2013? Se não, acho que é melhor mudar o foco. To errado?

  16. claudia says:

    A única certeza que existe, no momento, é que haverá um concurso. Ninguém sabe dizer quando isso vai acontecer.

    Pra que ocorra um novo concurso, é preciso que saia publicado o decreto que regulamenta as novas vagas criadas. O decreto é necessário porque as mais de 800 vagas criadas não podem ficar na classe inicial da carreira. É preciso que haja uma distribuição entre as classes. Se as 893 vagas fossem direto pra classe inicial, as classes superiores não teriam vagas suficientes para as promoções que ocorreriam em seguida.

    Além disso, é preciso que chamem os excedentes do último concurso. Na hipótese de sair o decreto e já chamarem todos os excedentes, o MRE ainda teria que pedir autorização para a realização do novo concurso, depois de dada a autorização ainda teria seis meses pra lançar o edital.

    Vamos supor que o decreto saia segunda feira, e na própria segunda já chamem os excedentes também. E vamos supor que o MRE já peça a autorização na terça feira, e o MPOG dê a autorização na quarta. São prazos absurdos, mas vale pra ter uma ideia do andamento do processo.

    Então o MRE teria seis meses pra contratar a banca e lançar o edital. Pra contratar a banca, por licitação, o processo demoraria uns dois meses. Ou seja, o edital seria lançado em janeiro, pra provas dali a dois meses, em março.

    Como esses prazos que eu usei como hipótese são absurdos, já dá pra ter uma ideia de que, antes de janeiro, não haverá concurso.

    O ideal é que você continue estudando as matérias comuns a todos os concursos, assim vc não deixa de tentar outros órgãos e continua estudando pro MRE.

  17. Nando-Esposito says:

    Obrigado, pelo que entendi falta uma reestruturação de planos e carreiras no órgão para que os excedentes e novos concursados já integrem um novo sistema que contemple as vagas da lei, e, que por razões óbvias, também, essa reestruturação antecede a edição do decreto regulamentador que inicia um novo ciclo de contratações… Pensei que estivesse mais adiantado..pelo andar da carruagem do governo e do país….lá pro final de 2013 acho pouco…

  18. claudia says:

    Não é bem uma reestruturação. O sistema já existe, a carreira já é regulamentada, mas a lei ainda fala de 1000 vagas distribuidas entre quatro classes, A, B, C e Especial. Com a lei nova, esse número passa a ser de 1893, mas é preciso que se diga quantas vagas vão ficar em cada classe. Atualmente, são 400 vagas na Classe A e, no momento, existem cerca de 80 vagas livres nessa classe. Como é preciso chamar os 35 excedentes, esse número cairia para umas 50 vagas livres, já contando desistências.

    Até daria pra fazer um concurso com essas 50 vagas, mas o MRE pode não ter interesse em fazer um concurso pra tão poucas vagas, então deve estar aguardando não somente a chamada dos excedentes, como também o decreto que deve dizer que a Classe A passa a ter 600 vagas, vamos supor.

    Acho que tudo só é tão complicado pq depende do MPOG e eles não têm se mostrado muito solícitos quando se trata do MRE.

  19. Leandro Carvalho says:

    Boa Noite, Cláudia!

    Primeiramente gostaria de te agradecer pelos posts esclarecedores. Obrigado por dedicar seu precioso tempo em um final de semana para elucidar as dúvidas de seus futuros colegas OFCHANs 😀 !

    Já estou estudando há mais de mês para o concurso e minha maior dificuldade é na redação em inglês. Você poderia me dar uma recomendação bibliográfica, algum curso ou uma dica que fosse que poderia me ajudar na preparação? Se puder contar como foi sua preparação seria muito interessante.

    Obrigado e muita paz!

  20. claudia says:

    Sem problema, Leandro.

    Olha, eu fiz o curso na Vestcon e tinha redação de português e inglês, mas tenho que admitir que não foi lá essas coisas. Quando eu vi que não estava ajudando muito, me juntei ao pessoal da turma e tentamos entrar na classe da Sarah Walker. O problema é que ela já não tinha mais vagas. Então uma amiga encontrou o curso da Mariane, amiga da Sarah Walker, que tinha se disposto a ajudar a gente.

    Ela abriu a turma e fizemos uma semana de aula.

    Não houve uma aula de inglês, propriamente dita. Pra poder fazer uma redação de inglês é preciso que a pessoa já tenha bons conhecimentos da língua.

    A dica que eu dou é ler bastante textos em inglês, de preferência formais, não importando o assunto. O inglês que eu sei é todo de livros, revistas, artigos que eu gosto de ler e não de assuntos que não me interessam. Isso acaba sendo útil pra pessoa acumular vocabulário e incorporar a gramática. Também é bom treinar a escrita.

    Existem sites de curso de inglês no exterior, gratuitos inclusive, que aceitam o envio de texto para correção.

    Tem gente que entra em foruns de discussão e acham que podem treinar a escrita por ali mesmo. O problema é que, muito dificilmente, alguém vai corrigir seus erros publicamente. Além disso, muitos americanos (ou canadenses) se tornam condescendentes quando descobrem que você é estrangeiro. Eu lembro que, uma vez, eu entrei em um forum e, depois de um tempo batendo papo, escrevi uma coisa errada. Uma pessoa, de forma meio agressiva, disse que era professora e que não aguentava ver aquele tipo de erro. Eu disse que era brasileira e ela pediu mil desculpas e não corrigiu mais nada. Ou seja, se eu escrevi errado mais alguma coisa, nunca vou saber.

    Então é melhor procurar um site especializado nisso. Tem o Livemocha. que é muito bom nesse aspecto.

    Espero que ajude e que sejamos colegas 🙂

  21. Leandro Carvalho says:

    Cláudia, muitíssimo obrigado! Ajudou e muito! Essa da canadense foi demais, hein? Mas é bem por aí mesmo…infelizmente em fórum não rola.

    Você me deu uma boa ideia. Vou ler um artigo da Newsweek e um do The Economist diariamente para ampliar o vocabulário e cair na redação. De fato tenho mesmo que treinar a escrita.

    ps: Mrs. Walker, a propósito, permanece com a agenda cheia 🙁 mas já entrei na fila 😀

    Ótima Semana pra ti!

  22. Marcelo says:

    Claudia, gostei muito do site, parabéns, pode me informar se um curso de graduação tecnológica é valido para o concurso de Oficial de Chancelaria?

  23. claudia says:

    Não sei te dizer, sinceramente.

  24. Cleber says:

    Marcelo,

    “Posso concorrer a uma vaga em concursos públicos com diploma de Tecnólogo?

    A designação da qualificação do servidor é de autonomia do contratante, contudo, caso a exigência seja de nível superior e/ou graduação, o formado em cursos tecnólogos está apto a prestar o concurso. Ressalte-se a exceção em caso de solicitação específica da formação em licenciatura e/ou bacharelado. Portanto, o fator determinante é o teor do edital de cada concurso no qual estarão discriminados os títulos exigidos.”

    Retirado do site: “http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=14384:perguntas-frequentes-sobre-educacao-superior&catid=127&Itemid=1171#cursos_tecnologicos”.

    Isso para todos os concursos, agora para ofchan eu não sei se é aceito (ou será aceito no próximo concurso).
    Mesmo assim (a lei especificando para aceitar), conheço uma pessoa que disse ter entrado na justiça para que fosse garantido o direito de aceitar o curso de tecnólogo. Pois o concurso para qual ela passou não estava aceitando o tecnologo, porém no edital não estava especficando que não aceitava.
    Quando nós passarmos para ofchan, talvez teremos que entrar na justica para garantir o nosso direito (tambem sou um tecnologo).
    Tudo dependerá do edital que virá.
    Só para conhecimento: Já existem concursos barrrando o tecnologo. Exemplo: Os ultimos editais para Oficial da Aeronautica. No edital estava especificando que não seria aceito tecnologo.

  25. Marcelo says:

    Cleber valeu pela força, obrigado!

  26. sandra barreto lima says:

    Boa noite Claudia,
    Sou graduada em RI e venho me preparando para o concurso OFCHAN há pouco tempo pq soube que o MRE abriria 800 vagas para o cargo.
    Vc imagina qual será a proporção candidato/vaga nesse próximo concurso?
    Abs,
    Sandra

  27. Olá Cláudia, eu queria saber se um oficial de chancelaria poderia chegar ao cargo de cônsul ou chefe de algum setor do Ministério das Relações Exteriores?
    Em média quanto tempo muda de país?
    O oficial de chancelaria pode escolher o país?
    Obrigado pela atenção, tenho 14 anos e me interesso muito pela carreira.

  28. claudia says:

    Oi Lucas,

    Que legal que vc já se interessa pela carreira. É muito bom ter foco desde cedo. Olha, para ser cônsul ou chefe do posto, no exterior, só mesmo sendo diplomata. Existem chefes ofchans aqui no Brasil, mas são poucos. Um ofchan pode ser vice-cônsul.

    As regras para as remoções são publicadas a cada semestre. Em geral, a pessoa entra no MRE, fica dois anos na secretaria de Estado, e pode ser removida para um posto C ou D. Se quiser ser removida para um posto A ou B, terá que esperar três anos.

    Quando no exterior, a pessoa pode ficar, no máximo, cinco anos em cada posto, em um total de dez anos. Se a pessoa pegar um posto C ou D, pode ficar mais dois anos nesse posto. Ou seja, no exterior, o ofchan pode ficar 10 anos em postos A ou B, mais 2 anos em um posto C ou D.

    Existe uma escolha do país, mas é um pouco restrita. O que ocorre é que, a cada seis meses, sai uma lista com os postos e as vagas. Não são as vagas ocupadas, mas sim a lotação, o máximo de servidores que aquele posto pode ter.

    Depois vem a inscrição para a remoção. É só uma inscrição, sem informação de que posto a pessoa quer. Ela só indica que tem desejo de ser removida. Aí vem uma lista das pessoas que se inscreveram e das vagas existentes em cada país.

    Então os servidores inscritos devem informar os postos de preferência, mas devem indicar postos de diversos continentes. Nem sempre é possível ir para onde se quer. Assim, se vc escolhe Paris, por exemplo, e mais alguém escolheu, é possível que vc não consiga. Nesse caso, o MRE vai indicar um dos postos que vc colocou como opção.

    Se vc estiver em Brasília, e não quiser ir para esse posto que o MRE indicou, você desiste e pronto. Mas, se estiver no exterior, a coisa complica. Ou vc aceita o posto ou volta pra Brasília, interrompendo seu ciclo de remoção.

    Espero ter tirado suas dúvidas. Mas, lembre-se, eu entrei há pouco tempo no Ministério e posso estar enganada sobre alguma informação. Além disso, muitos prazos mudam de semestre em semestre.

    Boa sorte pra vc!

  29. Silvesttre says:

    Olá Cláudia… me interessei pela carreira… já sou funcionário público, ganho o mesmo salário de um ofchan. Trabalho em brasília tbm. Conheci alguns diplomatas que me falaram um pouco sobre a atividade de ofchan e acabei achando legal. Meu problema está na redação em inglês que ainda preciso aperfeiçoar. Dei uma olhada no curso Clio e achei bastante “salgado” os preços. Vc conhece e recomendaria algum curso? Obrigado

  30. Joyce says:

    Olá Claudia, bom dia. Gostaria de saber se além do salário, o servidor recebe alguma gratificação a mais ou algum benefício que acrescente ao salário. Comecei a me preparar agora para esse concurso, mas preciso avaliar se conseguirei me manter em Brasília com o salário da carreira. Obrigada. Joyce.

  31. claudia says:

    Oi Joyce,

    Olha, infelizmente, é só o salário mesmo. Na verdade, é subsídio. Isso foi alterado há pouco tempo e, com essa mudança, não é possível perceber nenhuma gratificação.

    Na verdade, pode ainda haver um ou outra, e eu não sei te dizer quais seriam, mas os valores são ínfimos.

  32. Joyce says:

    Bom saber! Obrigada pela informação.

  33. Mariana says:

    Olá Claudia!

    Parabéns pelo site e obrigada pelas informações.
    No caso de remoção para o exterior, o ofchan que tenha um cônjuge também servidor federal poderá ser removido junto? Já viu algum caso como este por aí?

    Obrigada!
    Mariana

  34. claudia says:

    Oi Mariana,

    Não é possível uma remoção do cônjuge que não seja servidor do MRE. Ele vai junto, na remoção, na qualidade de dependente, mas sem receber salário e sem poder trabalhar no posto.

  35. Luis Nei Jr. says:

    Por favor, sabem me dizer o valor ou onde encontro a informação de quanto deverá ser o salário inicial, no caso de abertura de novo concurso? Obrigado!

  36. MARIA HELENA says:

    Ola Claudia!
    Parabéns pelas informações, todas úteis e super detalhadas! Moro no Rio dw Janeiro. O único que oferece curso preparatório é o Clio e francamente o custo é bem salgadinho…alguém conhece um outro curso no Rio ou que ofereça online? Agradeço.

  37. Marcelo says:

    Olá Cláudia!Li alguns posts anteriores e não sei se entendi corretamente.O máximo que um ofchan irá trabalhar no exterior são 12 anos?
    Vi também que a maioria dos posts sobre o próximo concurso são mais antigos, quando se falava em 2012 ou 2013 para a realização do mesmo, existe algum comentário mais atual aí no MRE sobre quando será realizado novo concurso?
    Obrigado

  38. claudia says:

    Oi Marcelo,

    O máximo que um ofchan pode ficar no exterior são 12 anos, em um ciclo, mas podemos fazer diversos ciclos. Além disso, ainda existem as missões transitórias. Ou seja, é possível passar um bom tempo lá fora.

    Quanto a um novo concurso, infelizmente não existe nenhuma notícia nova. Por isso, os posts são tão antigos 🙁

    O jeito é ficar de olho nas notícias.

    Abraços!

  39. Alex Cubas says:

    Oi Claudia,
    É bom ter pessoas como vc ajudando, parabens pelo site ! Minha duvida é sobre a redação em inglês, eu tenho um inglês razoável, moro no interior de sc e não tenho acesso a cursinho exclusivo pro ofchan, porém tenho tempo e muita força de vontade. Quanto tempo (meses) vc acha que leva para conseguir elaborar uma boa redação de ingles ? A redação conta muito ?

    Obrigado !

  40. claudia says:

    De nada!

    O inglês contou bastante no último concurso e a redação foi essencial. Mas vc consegue “pegar” o inglês com facilidade. O negócio é ler bastante. Leia com o dicionário do lado, depois tire o dicionário e leia entendendo o contexto. Dependendo do seu nível atual, nem precisa do dicionário.

    Vai lendo e fazendo resumos do que você leu. Entre em foruns de língua inglesa e peça que corrijam sua gramática e ortografia.

    Quanto à parte formal da redação, valem as mesmas regras do português. Introdução, corpo e conclusão. Uma dica que aprendi no cursinho: se você puder colocar a introdução no lugar da conclusão, e vice-versa, sem afetar a compreensão do texto, já é meio caminho andado.

    E, no inglês, tem que ter cuidado pra não usar gírias, contrações, expressões idiomáticas ou palavras informais. Por exemplo, fui punida por ter usado “like” ao invés de “such as”.

    Boa sorte!

  41. Alex Cubas says:

    Claudia você prestou o concurso de 2008 ? Quanta pontos fez ?

  42. claudia says:

    O edital era de 2008 mas a prova foi em 2009. Não me lembro a pontuação. Mas a prova era pela FCC, que usa média ponderada e mil cálculos pra classificar o candidato.

  43. Eliana says:

    Oi Claudia,

    Como vai indo a vida no Itamaraty? Já foi removida? Esta gostando do trabalho? Seria legal se pudesse dar uma ideia do dia a dia do trabalho. Guardando, é claro, a confidencialidade necessária.

    Eu queria ver se você ou alguém que participa do seu blog saberia indicar um curso preparatório bom a distancia. De preferência com video aulas em DVDs e não on line, pois o on line tem um prazo curto para acesso em geral. Vi que o IBRAE oferece um curso em CDs. Sabe se é bom?

    Muito obrigada.

    Eliana

  44. claudia says:

    Oi Eliana,

    Estou gostando muito de trabalhar no Itamaraty. Tive muita sorte e só peguei colegas e chefia legais. O dia a dia é normal, acho que igual ao de muitos servidores públicos. Não mexo com nada confidencial.

    Pretendo ser removida em breve.

    Quanto ao curso preparatório, eu não tenho ideia de algum que seja a distância.

    Espero que vc encontre um e que o concurso saia logo.

  45. Eliana says:

    Oi Claudia,

    Obrigada pela resposta. Tomara que pegue um posto legal na remoção.
    Eu morei em Londres por 15 anos. Já estou de volta ao Brasil há 5 anos e comecei a perceber que depois de morar fora por tanto tempo os pés começam a “formigar” e dá aquele comichão da mudança de novo 🙂 Por isto acho que o concurso do Itamary seria o ideal para mim. Não há nada como a vivência multi-cultural. Tenho certeza que você vai amar. Boa sorte!

    Vou tentar o material do IBRAE a distancia e se for bom escrevo aqui para o resto do pessoal saber.

    Abraço,

    Eliana

  46. Michelle says:

    Bom dia!

    Cláudia, estou estudando para o concurso de diplomata, mas sei que é bem concorrido e bastante difícil. Moro no Rio e já sou funcionária pública, mas meu sonho é trabalhar no MRE.
    Pensei em fazer em fazer o concurso para OFCHAN, pois vi que foram aprovadas em torno de 800 vagas.
    Gostaria de saber de você, quanto tempo você estudou até obter a aprovação? Você fez algum cursinho? Qual? Quando um OFCHAN viaja para o exterior o salário continua o mesmo? E caso tenha família, recebe-se algum adicional?
    Desde já agradeço a sua atenção.

  47. says:

    Olá! Gostaria que você tirasse uma dúvida minha, se for possível.

    1) É fácil conseguir ser removido para os países A/B? Ou para isso é necessário ter amigos influentes, conhecer muita gente e ser até um pouco puxa saco? A minha intenção de fazer esse concurso é únicamente a possibilidade de morar fora do país. Se for muito complicado ir para países desevolvidos, a concorrência for absurdamente grande, eu prefiro não fazê-lo e ficar onde estou.
    Você já conseguiu ser removida? Como está sendo o processo. É fácil?
    Obrigada!

  48. claudia says:

    Michele, espero que vc consiga trabalhar no MRE. Eu gosto bastante.

    As vagas aprovadas por lei ainda precisam ser regulamentadas, por decreto. Essa etapa está demorando bastante. De qualquer forma, não haverá concurso para tantas vagas. Elas precisam ser distribuídas por toda a carreira, pra possibilitar a promoção de uma classe para a outra.

    O servidor, quando é removido, recebe o salário do Brasil e um adicional sobre o salário, uma espécie de correção. Esses valores variam muito. Dependem do posto e do cargo que a pessoa ocupa. Não exite, acredito, qualquer adicional por dependente.

  49. claudia says:

    Bom, é preciso primeiro deixar claro que a remoção é prevista, mas não é um direito do servidor. O lugar para onde se vai removido vai depender de diversos fatores. Atualmente, os requisitos são os seguintes (pra quem está lotado na SERE):

    – Ter 2 anos de exercício na SERE (no Brasil) para poder ser removido para posto C/D
    – Ter 3 anos de exercício na SERE para poder ser removido para posto A/B

    Se a pessoa está no exterior, os requisitos mudam um pouco:

    – Se a pessoa estiver em um posto A, só pode ir para um posto B, C ou D.
    – Se estiver em um posto B, pode ir para A,B,C ou D
    – Se estiver em um posto C ou D, tem preferência para ir para um posto A ou B.

    Veja que, no primeiro caso, a pessoa não pode sair de um A e ir pra outro A. E, no terceiro caso, a pessoa tem preferência para um posto A ou B, mas se o posto que ela quiser não estiver disponível, ela volta pra SERE.

    Além desses requisitos, atualmente existe a restrição geográfica. Caso a pessoa esteja em um posto A na Europa, não poderá ir para um posto B, também da Europa. Isso limita bastante as opções de postos.

    O processo de remoção envolve o atendimento a esses requisitos além da negociação com o posto para onde se pretende ser removido. Assim como o MRE não pode obrigar ninguém a ir pra onde não se quer, ninguém pode obrigar o MRE a mandar o servidor pra onde ele quer.

    Na prática, o MRE anuncia onde existem vagas e as pessoas pesquisam a possibilidade de irem para esses lugares. Se eu quero ir pra Paris, vejo se há vaga, e pergunto ao posto se há possibilidade de ser removida pra lá. Pode ser que alguém já tenha pedido antes, ou o posto não precise de alguém com a minha experiência. Nesse caso, deixo Paris como segunda ou terceira opção e procuro outro posto. Se eu estiver na SERE e não sair nenhum dos postos que eu indiquei, fica tudo como antes. Continuo trabalhando onde estou e espero o próximo plano. Se eu estiver no exterior e não conseguir nenhum posto, sou obrigada a voltar pra SERE. Sendo assim, o processo no exterior é bem mais delicado e envolve negociação.

    O MRE é um órgão de negociação e isso é observado o tempo todo, seja pra conseguir uma remoção, ou para uma missão e até para conseguir mudar de área. Eu não considero isso, pessoalmente, como “puxar-saco”. Se estou em um órgão que vive de negociação, nada mais justo que eu saiba negociar.

    Quanto à concorrência para determinados postos, isso depende muito. Um posto pode ser a capital de um dos países mais incríveis do mundo, mas se a chefia não for boa, se os colegas forem horríveis, o posto se torna um inferno. Além disso, existem fatores que fazem com que um posto seja muito bom, ou muito ruim. A língua, custo de vida, escolas, distância ou clima, por exemplo.

    Por fim, eu ainda não fui removida porque ainda preciso cumprir alguns meses de SERE. De qualquer forma, não posso e nem pretendo ir para um posto A/B em primeira remoção.

    Espero ter tirado suas dúvidas.

  50. says:

    Muito obrigada, Cláudia. Você ajudou muito. Desejo tudo de bom para você aí no MRE. Boa sorte com as futuras remoções. =)

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